Show no sábado (6) levou clássicos do reggae ao Pelourinho e ampliou a conexão histórica entre a banda e o festival
O segundo dia do FEMADUM 2025, neste sábado (6), no Largo do Pelourinho, destacou a participação do Adão Negro como um dos pontos altos da programação. A banda, referência do reggae feito na Bahia ao longo de três décadas, assumiu o palco com um repertório que puxou o público do início ao fim e ajudou a definir o clima da noite.
A apresentação reuniu músicas que atravessam a trajetória do grupo, entre elas “Paz de Jah (Tenement Yards)”, “Bota Um”, “Nem Pense em Duvidar”, “Feedback”, “Alma Leve” e “Eu Louvei Louco Louco”. Cada faixa recebeu coro forte da plateia e reforçou como o Adão Negro se tornou presença simbólica em encontros de música negra no estado. O momento ganhou ainda mais peso quando o Olodum entrou no palco e, ao lado da banda, entregou interpretações de “Liberdade”, de Edson Gomes, e “Perdido de Amor”, do Natiruts — dois marcos que incendiaram o Largo e colocaram o público para cantar junto.
Antes do show, o sábado teve performances da Banda Olodum Mirim, da Banda Percussiva Olodum, do grupo Original D’Sal e artistas convidados como Tati Brito. A finalíssima do Festival de Músicas também integrou a programação e antecedeu a apresentação do Adão Negro.
O FEMADUM 2025 encerra neste domingo (7) a partir das 13hs,no Largo do Pelourinho com shows, convidados internacionais e a cerimônia de premiação do concurso de músicas, concluindo mais uma edição que reafirma o festival como espaço de criação, celebração e afirmação da música negra.
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