RADIO JAMAICA BRASILEIRA

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sexta-feira, 23 de janeiro de 2026

A Orquestra Reggae de Cachoeira apresenta o espetáculo Sinfonia Reggae Brasil na quinta-feira (22) e sexta-feira (23) na Caixa Cultural Salvador, no Centro da capital.

 A Orquestra Reggae de Cachoeira apresenta o espetáculo Sinfonia Reggae Brasil na quinta-feira (22) e sexta-feira (23) na Caixa Cultural Salvador, no Centro da capital. A primeira noite do projeto reúne a orquestra e os convidados Isaque Gomes e Nengo Vieira, em concerto com entrada gratuita, por ordem de chegada.

Criada no município de Cachoeira em 2012, a Orquestra Reggae de Cachoeira atua na formação musical de crianças e jovens do Recôncavo Baiano. Sob regência de Flávio Santos, o grupo desenvolve práticas coletivas que articulam educação e criação musical, com repertório autoral e releituras. A trajetória inclui participações em festivais e eventos culturais no estado, além de colaborações com artistas da música brasileira.Convidado da noite do dia 22, Nengo Vieira construiu carreira ligada ao reggae do Recôncavo e à circulação nacional do gênero. Músico e compositor, integrou projetos e bandas, lançou álbuns e retomou agenda de shows após a pandemia, com participações em grandes eventos. Recentemente, recebeu reconhecimento público em Cachoeira por sua contribuição à cultura reggae e mantém turnê ativa na Bahia.

Também convidado da noite de abertura, Isaque Gomes nasceu em Cachoeira e iniciou a trajetória profissional em 2006. Filho de Edson Gomes, lançou o álbum Negro Real em 2009, reunindo canções autorais e composições assinadas pelo pai. Em 2017, apresentou Agora, trabalho voltado a uma abordagem mais pop do reggae. Em 2022, gravou o DVD O Filho da Terra, em São Félix, com repertório autoral de temática religiosa, social e romântica. Em 2023, lançou Agora é Reggae, com releituras de clássicos da MPB, do pop e do rock. Para 2026, o cantor prepara o disco Eu Boto Fé, com músicas autorais e letras de Edson Gomes.

O projeto Sinfonia Reggae Brasil também será apresentado na sexta-feira (23), na Caixa Cultural Salvador. Nesta segunda noite, a Orquestra Reggae de Cachoeira recebe como convidados Jeremias Gomes e Duda Diamba.

O Sinfonia Reggae Brasil propõe releituras orquestrais de clássicos do reggae brasileiro, do reggae internacional e da MPB, a partir do encontro entre banda, sopros, percussões e elementos da orquestra popular. O projeto tem patrocínio da Caixa e do Governo do Brasil e realização da Putzgrillo.




Serviço

Projeto: Orquestra Reggae de Cachoeira apresenta Sinfonia Reggae Brasil

Atração: Orquestra Reggae de Cachoeira

Datas: 22 e 23 de janeiro de 2026

Local: Caixa Cultural Salvador – Rua Carlos Gomes, 57, Centro

Entrada gratuita. Estacionamento gratuito ao lado.

Convidados:

*22/01 (quinta): Isaque Gomes e Nengo Vieira

*23/01 (sexta): Jeremias Gomes e Duda Diamba


Assessoria de Comunicação do Evento - LABORATÓRIO DA NOTÍCIA

Orquestra Reggae de Cachoeira recebe Duda Diamba e Jeremias Gomes no Sinfonia Reggae Brasil

 Orquestra Reggae de Cachoeira recebe Duda Diamba e Jeremias Gomes no Sinfonia Reggae Brasil

Concerto do dia 23 de janeiro leva releituras orquestrais do reggae à Caixa Cultural Salvador

 A Orquestra Reggae de Cachoeira apresenta o espetáculo Sinfonia Reggae Brasil na sexta-feira, 23 de janeiro de 2026, na Caixa Cultural Salvador, no Centro da capital. A segunda noite do projeto reúne a orquestra e os convidados Duda Diamba e Jeremias Gomes, em concerto com entrada gratuita, por ordem de chegada.

Criada em 2012 no município de Cachoeira, a Orquestra Reggae de Cachoeira atua na formação musical de crianças e jovens do Recôncavo Baiano e de cidades vizinhas. Sob regência de Flávio Santos, o grupo desenvolve práticas coletivas que articulam educação e criação musical, com repertório autoral e releituras, e mantém circulação por festivais e eventos culturais na Bahia.

 Um dos convidados da noite, Duda Diamba construiu trajetória ligada ao reggae brasileiro ao longo de quase três décadas. Cantor e compositor, esteve à frente da banda Diamba, integrou projetos nacionais, participou de grandes festivais e iniciou carreira solo com foco autoral. Em 2026, apresenta fase marcada por novos lançamentos e repertório que dialoga com temas sociais, memória e celebração coletiva.

 Também convidado do dia 23, Jeremias Gomes iniciou a carreira ainda jovem, em São Félix, e construiu percurso próprio no reggae. Cantor e compositor, lançou discos, circulou por festivais e eventos no país e mantém projetos autorais que transitam entre o reggae roots e vertentes dançantes, com apresentações em palcos de diferentes regiões.

O Sinfonia Reggae Brasil propõe releituras orquestrais de clássicos do reggae brasileiro, do reggae internacional e da MPB, a partir do encontro entre banda, sopros, percussões e elementos da orquestra popular. O projeto tem patrocínio da Caixa e do Governo do Brasil e realização da Putzgrillo.






 O espetáculo também acontece na quinta-feira, 22 de janeiro de 2026, com participações de Isaque Gomes e Nengo Vieira.

Serviço

Projeto: Orquestra Reggae de Cachoeira apresenta Sinfonia Reggae Brasil

Atração: Orquestra Reggae de Cachoeira

Datas: 22 e 23 de janeiro de 2026

Local: Caixa Cultural Salvador – Rua Carlos Gomes, 57, Centro

Entrada gratuita. Estacionamento gratuito ao lado.


Convidados:

*22/01 (quinta): Isaque Gomes e Nengo Vieira

*23/01 (sexta): Jeremias Gomes e Duda Diamba



quinta-feira, 18 de dezembro de 2025

Conheçam Kēvens a mais nossa promessa do Reggae Music

 Kēvens

Em um mundo cada vez mais dividido, onde idade, nacionalidade, raça e religião estão criando um abismo cada vez maior entre as pessoas, Kēvens está em uma missão essencial: utilizar o poder de sua música para unir almas dos quatro cantos do mundo para dançarem juntas.


Com talento e arte, este ex-DJ, agora cantor e compositor, busca levar a todos a um nível mais elevado de consciência, ao mesmo tempo que abraça e canaliza suas influências da world music e seu crescimento pessoal. Sua música promove o tema do multiculturalismo, iluminação espiritual, expressão artística e positivismo.


Kēvens começou sua jornada tocando discos em Miami, mas as raízes musicais do artista,inatamente poético, ficaram mais evidentes quando ele se juntou ao grupo inovador de reggae progressivo Le Coup, com Richard e Anthony Booker. Aliás, a matriarca da família, Cedella Marley Booker, disse ao jovem Kēvens bem no início de sua carreira musical: "Como uma carta, você deve escrever uma música com propósito." Seus shows ao vivo consistem em uma exuberante fusão de drum 'n' bass, destreza vocal e virtuosismo musical, combinada com um estilo dub de rock progressivo e reggae, além de imagens visuais e de dança impressionantes.


A habilidade de Kēvens para o oportuno e o profundo o permitiu fazer turnês pelo mundo todo, onde se apresenta ao lado de uma gama eclética de lendas e prodígios, incluindo: Steven Tyler, Ice Cube, Tiestö, Daft Punk, Duran Duran, Carlos Santana, The Jacksons, para citar alguns.



 


"Positividade é uma Necessidade"

quarta-feira, 17 de dezembro de 2025

Verão do Olodum 2026 une Benção, Ensaios e retorno à Lavagem do Bonfim

 Agenda reforça a presença do grupo no Pelourinho e prepara a trajetória até o Carnaval 2026

O verão de 2026 marca um ciclo do Olodum no Centro Histórico de Salvador, fortalecendo a ligação do grupo com o Pelourinho e abrindo a temporada que conduz ao Carnaval, que este ano traz o tema “Máscaras Africanas – Magia e Beleza”. Fundado em 1979, o Olodum chega aos 46 anos com atuação contínua, apresentações em 45 países e parcerias que projetaram sua música e sua história para o mundo. A programação deste verão amplia a circulação de iniciativas dedicadas à matriz africana e reforça a importância do samba-reggae como linguagem criada por Neguinho do Samba.


A Benção do Olodum começa em 6 de janeiro na Praça das Artes. As noites contam com a Banda Show Olodum Lazinho, Lucas di Fiori, Narcizinho e a percussão do grupo conduzindo apresentações que dialogam com o legado do samba-reggae e com o percurso artístico que prepara o bloco para o Carnaval. A agenda segue até a última terça-feira antes da folia, mantendo a movimentação que transforma o Pelourinho em ponto de encontro musical durante o verão.


Os ensaios do bloco ocupam os Domingos Musicais, no Largo do Pelourinho, com acesso livre. Os encontros funcionam como preparação aberta e favorecem a formação contínua da banda, com repertórios estruturados para a temporada carnavalesca. Em 2026, a programação inclui ainda um marco especial: o retorno do Olodum à Lavagem do Bonfim após 25 anos. A última participação ocorreu em 2001 e, agora, o grupo volta ao evento com uma caminhada percussiva que sairá da Igreja da Conceição da Praia e seguirá até o Largo da Calçada, reafirmando sua presença em uma das manifestações mais importantes do calendário cultural da Bahia.

No Carnaval 2026, o Olodum confirma participação nos circuitos oficiais, com desfiles gratuitos no Batatinha e no Osmar, além da Pipoca do Olodum, que leva o samba-reggae para a Avenida com acesso aberto ao público. No Circuito Dodô, o Bloco Olodum retorna com venda de abadás na Central do Carnaval, reunindo foliões que acompanham o grupo ao longo das últimas décadas. Assim, o verão do Olodum se mantém como período de intensa circulação, encontros marcantes e reafirmação da relação histórica entre Pelourinho, música e Carnaval.

 
Agenda Cultural

1ª Benção do Olodum 2026
Datas: 06/01( terça-feira)
Abertura dos portões às 19h
Banda no palco a partir das 20h
Local: Praça das Artes, Pelourinho - Em frente à Casa do Olodum
Ingressos
Ingresso Meia 1º Lote -R$ 150,00 + R$ 15,00 taxa = R$ 165,00
Ingresso Solidário 1º Lote - R$ 160,00 + R$ 16,00 taxa= R$ 176,00
Ingresso Inteira 1º Lote - R$ 300,00 + R$ 30,00 taxa= R$ 330,00
Vendas: https://beta.meubilhete.com.br/06-01-bencao-do-olodum-2026
Classificação Etária: 18 anos

Datas da temporada — Benção do Olodum /Verão 2026 (Terça Feira)

06/01 – Benção do Olodum
13/01 – Benção do Olodum
20/01 – Benção do Olodum
27/01 – Benção do Olodum
03/02 – Benção do Olodum

Agenda de Verão – Ensaios Gratuitos e Lavagem do Bonfim 2026 (Domingo Musical)

11/01 – Ensaio do Bloco Olodum

15/01 – Lavagem do Bonfim

18/01 – Ensaio do Bloco Olodum

25/01 – Ensaio do Bloco Olodum

01/02 – Ensaio do Bloco Olodum

08/02 – Ensaio do Bloco Olodum


Tema do Carnaval 2026 “Máscaras Africanas – Magia e Beleza”. 

 
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Assessoria de Comunicação da Banda, Bloco e Escola Olodum - LABORATÓRIO DA NOTÍCIA


Crédito das Fotos Divulgação: Maxuel Santos / Antonio Carvalho

PanAfro/Femadum 2025 celebra protagonismo feminino, lota o Pelourinho e encerra segunda fase com shows históricos

 Vitória feminina no FEMADUM, apresentações da Escola Olodum, show vibrante da banda Adão Negro e espetáculo de Ramiro Naka marcam o festival
 

O PanAfro/Femadum 2025 transformou o Largo do Pelourinho em um dos maiores encontros culturais do ano nos dias 6 e 7 de dezembro. Milhares de pessoas ocuparam o Centro Histórico para celebrar a música afro-baiana e prestigiar uma programação dedicada ao tema “Celebrando a Mulher Negra na Música Brasileira”, em homenagem a Chiquinha Gonzaga e Tia Ciata. A presença do intérprete de Libras reforçou o compromisso do Olodum com inclusão e acessibilidade.

A programação foi marcada por apresentações da Banda Olodum Mirim, da Escola Olodum — com destaque para a performance da Banda Percussiva Olodum —, do grupo Original D’Sal, além de participações de artistas convidados como Tati Brito, que reforçaram o protagonismo feminino no palco.

 A finalíssima do Festival de Músicas FEMADUM 2025 também integrou os dois dias de atividades. O grande destaque foi o 1º lugar conquistado por Maeve, que interpretou “Olodum Máscara Negra”, de Carlos Vilas Boas e Jairo Pinto, celebrando a força e o talento das mulheres na música afro-baiana. 

Outro momento marcante foi o show da banda de reggae Adão Negro, que agitou o público com sucessos que atravessam três décadas de trajetória e reforçaram a presença do reggae no cenário cultural da Bahia. Já o artista internacional Ramiro Naka, da Guiné-Bissau, emocionou o público com um espetáculo que uniu ritmos africanos, mandingas, blues, samba, bossa nova, fado e kizomba — uma verdadeira viagem pela musicalidade lusófona.


 O Largo do Pelourinho atingiu lotação máxima e precisou ser fechado, reforçando a força, o alcance e o impacto cultural do PanAfro/Femadum no calendário baiano.

 O encerramento da segunda fase ficou por conta da Banda Show Olodum, que fez o Pelourinho vibrar com a batida da melhor banda percussiva do Brasil. Lazinho, Lucas di Fiori e Narcizinho conduziram uma apresentação eletrizante, marcando o fim de três dias intensos dedicados à música, cultura e ancestralidade.

 A finalíssima do Festival de Músicas FEMADUM 2025 também integrou os dois dias de atividades e revelou talentos da música afro-baiana. O grande destaque foi o 1º lugar conquistado por Maeve, que interpretou “Olodum Máscara Negra”, composição de Carlos Vilas Boas e Jairo Pinto, celebrando a força feminina e a criatividade das novas gerações do festival. O 2º lugar ficou com “Olodum Máscaras Africanas”, composição de Silvio Almeida, Marcos Natividade e Jamoliva, interpretada pelo próprio Silvio Almeida, reforçando a estética afro-baiana com potência e ancestralidade. Já o 3º lugar destacou a interpretação marcante de Nadjane Souza com “E Sé Gan Na Olodum”, composição de Vaguinho Fernandes e Nadjane Souza, reafirmando sua identidade e história dentro do universo Olodum.

 Com patrocínio de Brahma, Bahiagás e do Governo do Estado da Bahia, Apoio institucional da Prefeitura de Salvador o PanAfro/Femadum reforça a importância do investimento cultural para fortalecer e ampliar a produção artística afro-baiana.






Tema do Carnaval 2026 “Máscaras Africanas – Magia e Beleza”. 

 
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Assessoria de Comunicação da Banda, Bloco e Escola Olodum - LABORATÓRIO DA NOTÍCIA

Crédito da Foto Divulgação: Equipe de Magali Moraes


Adão Negro tem momento marcante no segundo dia do FEMADUM 2025

Show no sábado (6) levou clássicos do reggae ao Pelourinho e ampliou a conexão histórica entre a banda e o festival

 



O segundo dia do FEMADUM 2025, neste sábado (6), no Largo do Pelourinho, destacou a participação do Adão Negro como um dos pontos altos da programação. A banda, referência do reggae feito na Bahia ao longo de três décadas, assumiu o palco com um repertório que puxou o público do início ao fim e ajudou a definir o clima da noite.

 A apresentação reuniu músicas que atravessam a trajetória do grupo, entre elas “Paz de Jah (Tenement Yards)”, “Bota Um”, “Nem Pense em Duvidar”, “Feedback”, “Alma Leve” e “Eu Louvei Louco Louco”. Cada faixa recebeu coro forte da plateia e reforçou como o Adão Negro se tornou presença simbólica em encontros de música negra no estado. O momento ganhou ainda mais peso quando o Olodum entrou no palco e, ao lado da banda, entregou interpretações de “Liberdade”, de Edson Gomes, e “Perdido de Amor”, do Natiruts — dois marcos que incendiaram o Largo e colocaram o público para cantar junto.


 Antes do show, o sábado teve performances da Banda Olodum Mirim, da Banda Percussiva Olodum, do grupo Original D’Sal e artistas convidados como Tati Brito. A finalíssima do Festival de Músicas também integrou a programação e antecedeu a apresentação do Adão Negro.


 
O FEMADUM 2025 encerra neste domingo (7) a partir das 13hs,no Largo do Pelourinho com shows, convidados internacionais e a cerimônia de premiação do concurso de músicas, concluindo mais uma edição que reafirma o festival como espaço de criação, celebração e afirmação da música negra.


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Crédito das Fotos Divulgação: nelioalvarengafotografo

FEMADUM 2025 entra na segunda fase com três dias de programação artística no Pelourinho

 Festival reúne apresentações, final do concurso de músicas e celebrações dedicadas a Chiquinha Gonzaga e Tia Ciata

O FEMADUM – Festival de Música e Artes Olodum 2025 retoma as atividades em dezembro com três dias de programação no Centro Histórico de Salvador. A segunda fase começa na sexta-feira, 5 de dezembro, segue no sábado, 6, e termina no domingo, 7, reunindo cortejos, apresentações percussivas, shows convidados e a finalíssima do Festival de Músicas. Neste ano, o evento homenageia Chiquinha Gonzaga e Tia Ciata com o tema “Celebrando a Mulher Negra na Música Brasileira”.


No dia 5, a programação tem início com o Batuque Obirim – Mulheres de Tambor, que sai pelas ruas do Centro Histórico e segue até o Cruzeiro de São Francisco. Em seguida se apresentam Mulherada, Didá, Mulheres do Olodum e Mulheres do Malê. Logo depois, o Largo do Pelourinho recebe a Orquestra Afrosinfônica com a sinfonia “Ó Abre Alas Que Eu Quero Sambar”, homenagem às matriarcas da música brasileira, com participação de Ayana Amorim e tributo à Dama do Samba na Bahia, Gal do Beco.

 No sábado, 6 de dezembro, a partir das 13h, o Largo do Pelourinho recebe a Banda Olodum Mirim, seguida da Banda Percussiva Olodum. O palco recebe o grupo Original D’Sal e  a Banda Percussiva volta com convidados, entre eles Tati Brito. Às 15h ocorre a finalíssima do Festival de Músicas FEMADUM 2025, seguida do show da banda Adão Negro. A programação segue com a Banda Percussiva e convidados.

 No domingo, 7 de dezembro, também a partir das 13h, o Largo do Pelourinho abre o evento Variação de Ritmos, seguido da fala de abertura e agradecimentos. A Banda Percussiva Olodum retoma ao palco com convidados para realizar a premiação dos vencedores do Festival de Música. Às 14h, sobe ao palco à atração internacional direto da Guine Bissau, Ramiro Naka, e na sequência ocorre a performance de percussão, cantores e convidados, incluindo Ayana Amorim. A Banda Show Olodum faz o encerramento.

 
Criado pelo Bloco Afro Olodum, o FEMADUM consolida-se como o maior festival de música afro-latino-americano organizado por uma entidade civil, reunindo arte, formação e valorização da criação musical afro-baiana no coração do Pelourinho.





Serviço
PanAfro - FEMADUM 2025 - (Festival de Música e Artes Olodum)
Quando:  5, 6 e 7 de dezembro de 2025 
Etapa 2 – Festival de Música e Shows
ABERTO AO PÚBLICO


Tema do Carnaval 2026 “Máscaras Africanas – Magia e Beleza”. 

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Adão Negro vai puxar o Reggae O Bloco no Carnaval 2026

 Banda lidera o cortejo no dia 12 de fevereiro, às 20h, no Circuito Campo Grande

 





 

 O Reggae O Bloco anuncia que o Adão Negro será o responsável por puxar o desfile do bloco no dia 12 de fevereiro de 2026, às 20h, no Circuito Campo Grande, em Salvador. A apresentação marca os 21 anos do bloco e celebra os 50 anos de liberdade e revolução de Angola.

 O desfile acontece na quinta-feira de Carnaval e reafirma o Reggae O Bloco como um dos cortejos mais emblemáticos do circuito, reunindo fãs do ritmo jamaicano e da cultura afro-baiana. A banda, uma das referências do gênero no Brasil, conduz a noite com sucessos que atravessam gerações e recebe convidados especiais.

 O primeiro lote já está à venda por R$ 100,00, com comercialização pelo Meu Bilhete, Pida e lojas Mahalo. O evento mantém a proposta de ocupar o Campo Grande com música, identidade e resistência cultural, fortalecendo o reggae dentro da programação carnavalesca.

 Informações adicionais estão disponíveis pelo número (71) 98802-3837, com Albino Apolinário.


 

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sábado, 22 de novembro de 2025

Patrimônio vivo da cultura feirense

   Cantor e compositor radicado em Feira de Santana será homenageado com um palco que leva seu nome

O Feira Noise Festival 2025, que acontece até amanha (23), em Feira de Santana (BA), presta homenagem a Dionorina, um dos maiores ícones da música radicado na cidade. Cantor, compositor e instrumentista, ele será a atração principal deste sábado (22), no palco principal do Ária Hall, que levará seu nome em reconhecimento à sua relevante contribuição artística e cultural.

Com mais de cinco décadas de carreira, Dionorina tornou-se referência do reggae brasileiro, mas sempre transitou entre diferentes linguagens, incorporando samba, MPB e ritmos afro-brasileiros em sua obra. Assim como outros artistas expoentes do reggae baiano, retratou em suas canções a diáspora africana. Essa identidade lhe rendeu reconhecimento, especialmente com a conquista do Troféu Caymmi, em 1993, com o show Música das Ruas e a canção Porrada de Polícia. O prêmio impulsionou o lançamento de seu primeiro álbum, Música das Ruas, seguido por Sacasó e pelo projeto Trilogia do Reggae, ao lado de Gilsan e Jorge de Angélica.

Sua trajetória também inclui apresentações históricas, como o Festival Tributo a Bob Marley, no Anhembi, em São Paulo, diante de mais de 80 mil pessoas, e o Carnareggae, em São Miguel Paulista. No cenário internacional, Dionorina levou sua música a Portugal, França e Itália, participando inclusive de festivais.

Paralelamente à carreira artística, Dionorina dedicou-se à formação de novos músicos. Lecionou violão, teoria musical e canto coral infantil no SESI de Feira de Santana por 13 anos e, posteriormente, criou a Academia de Violão, um método inovador de ensino que recebeu o Prêmio Cultura e Desenvolvimento Local 2020.


Patrimônio vivo da cultura feirense


Para Joilson Santos, um dos idealizadores do Feira Noise, “Dionorina é um patrimônio vivo, uma verdadeira instituição”, afirma. “O Feira Noise sempre teve como mote conectar nossa música com a nova música brasileira produzida nos quatro cantos do país, mas sempre fizemos isso sem perder o foco na cidade, na nossa cultura e em nossos símbolos. Celebrar o legado de Dionorina com ele no palco é um sonho antigo e, ao mesmo tempo, um gesto fundamental para conectar gerações e mostrar o quanto é potente nossa música”, explica.

“Somos um festival do interior da Bahia, feito por gente do interior. Homenagear Dionorina é afirmar a força desse território criativo e mostrar que a nossa cena merece estar no centro das grandes histórias da música brasileira”, conclui o produtor.

Sobre o Feira Noise Festival 2025

O Feira Noise Festival 2025 foi contemplado pelos Editais da Política Nacional Aldir Blanc Bahia e conta com apoio financeiro do Governo do Estado da Bahia, por meio da Secretaria de Cultura do Estado, via PNAB, direcionada pelo Ministério da Cultura – Governo Federal.


segunda-feira, 20 de outubro de 2025

Edson Gomes é confirmado no Lollapalooza Brasil 2026 e leva o reggae da Bahia para São Paulo

 Notícia - Notícia exclusiva: Edson Gomes inicia ensaios para álbum inédito  de canções autorais - Se liga no Pida.com.br

 Ícone do reggae brasileiro, o cantor e compositor Edson Gomes foi anunciado, nesta quinta-feira (28), como uma das atrações do Lollapalooza Brasil 2026, que acontece entre os dias 20 e 22 de março, em São Paulo. A escalação histórica marca a estreia do artista no festival e levou o nome de Edson aos trending topics nas redes sociais.

Com mais de cinco décadas de carreira, Edson Gomes aparece no line-up logo após a inglesa Lola Young, de 24 anos, uma das revelações da nova geração pop. Aos 70 anos, o baiano de Cachoeira celebra a conquista como quem canta um de seus maiores clássicos, Malandrinha: “Demorou, mas chegou”.

Lenda viva do reggae

Autor de sucessos como Samarina, Serpente, Árvore, Rastafary, Criminalidade e Campo de Batalha, Edson Gomes é reconhecido por sua música de protesto, com letras afiadas sobre pobreza, desigualdade social, racismo, corrupção e o cotidiano do povo brasileiro.

Influenciado por nomes como Bob Marley, Peter Tosh, Jimmy Cliff, Alpha Blondy, e também por ícones nacionais como Tim Maia e Renato e Seus Blue Caps, Edson começou a compor nos anos 70, ainda adolescente, quando o reggae era mais um sussurro cultural no Brasil.

Seu primeiro álbum, Reggae Resistência (1988), é considerado um divisor de águas no gênero. A faixa Malandrinha, do disco, foi regravada pelo Natiruts em 2015, prova da relevância contínua de sua obra entre gerações.

O cantor e compositor baiano, inclusive, aparece entre as primeiras linhas do cartaz oficial, sinalizando o peso e a importância que o evento dá à sua trajetória e contribuição para a música brasileira. Nos comentários do anúncio nas redes sociais, diversos fãs de Reggae celebraram tanto a confirmação quanto o destaque dado ao nome de Gomes.


Com uma carreira que ultrapassa quatro décadas, o artista é responsável por popularizar o estilo no Brasil desde os anos 1980, transformando-o em um movimento cultural e político. Sucessos como “Árvore”, “Malandrinha”, “Samarina”, “Adultério” e “Campos de Batalha” não apenas marcaram gerações, mas também levaram mensagens de resistência, amor e consciência social para todo o país.

Repercussão e reconhecimento nas redes sociais, a presença de Edson no festival foi celebrada — e também alvo de desentendimento. A jornalista baiana Carol Prado destacou seu nome no line-up em uma postagem que alguns usuários interpretaram como ironia. Ela esclareceu rapidamente: “Como nem todo mundo entendeu, vim aqui esclarecer que estou falando sério. Edson Gomes é a melhor atração desse Lolla com folga.”

A confirmação do nome do cantor no festival de música alternativa mais famoso do país é uma vitória simbólica. Em meio a tantas atrações internacionais e tendências momentâneas, a presença de um artista negro, nordestino e de trajetória independente reafirma a força da música de resistência — e a importância de olhar para dentro.


Internautas elogiaram o destaque que o nome do artista, considerado o maior do Reggae no Brasil, ganhou no cartaz do festival

Edson Gomes

Nascido em Cachoeira, no Recôncavo Baiano, Edson Gomes foi pioneiro ao criar uma identidade própria para o Reggae brasileiro, mesclando as influências de Bob Marley e Peter Tosh com elementos da cultura afro-brasileira. Sua voz firme e suas letras contundentes conquistaram tanto fãs de música popular quanto aqueles conectados às lutas sociais, fazendo dele um verdadeiro porta-voz de questões como desigualdade, racismo e liberdade.

Ao figurar com tanto destaque no Lollapalooza 2026, o cantor reafirma que o Reggae é parte essencial do panorama musical brasileiro e segue vivo nas grandes arenas. Para um festival muitas vezes associado ao Pop, Rock e EDM, a escolha representa também uma abertura para a pluralidade de sons que formam a identidade cultural do país.

A expectativa é de que a apresentação de Edson Gomes seja um dos pontos altos do evento, reunindo fãs de longa data e novas gerações que descobriram seu legado recentemente.


Lollapalooza Brasil 2026

Além deste gigante da música nacional, o line-up ainda traz nomes como Sabrina Carpenter, Tyler, the Creator, Chappell Roan, Deftones, Lorde e Skrillex. Além deles, também chamam atenção na escalação alguns nomes fortes como Turnstile, Interpol e Royel Otis.


Marcado para os dias 20, 21 e 22 de Março no Autódromo de Interlagos, em São Paulo, o Lolla 2026 terá várias estreias de destaque, além de retornos muito aguardados e, claro, ótimos nomes nacionais, incluindo Scalene, FBC e Varanda.


Os ingressos para o Lollapalooza Brasil estão disponíveis pela Ticketmaster.